Nesta quarta-feira, 12, o delegado Carlos Roberto Batista,
apresentou no auditório da 8ª Delegacia Regional de Polícia Civil em Rio Verde,
Gabriel Henrique Rodrigues Barros, preso através de mandado de prisão
temporária expedido pela justiça, investigado pela pratica de vários furtos
ocorridos na cidade. Ele ainda é suspeito de ter vendido objetos provenientes
de um roubo ocorrido há alguns meses.
Outro homem preso e suspeito de ter praticado furtos a
residências é Wosziel Alexandro de Almeida. Após ter sido conduzido a Casa de
Prisão Provisória, ele foi transferido pela justiça para um presídio de
Goiânia.
Toda a investigação foi realizada por agentes e escrivães do
Grupo Especializado de Repressão a Crimes Contra o Patrimônio (Gepatri).
Gabriel responde pelo menos 7 inquéritos policiais e seria
um dos mais atuantes criminosos que cometem furtos a residências em Rio Verde.
Segundo o delegado Carlos Roberto Batista, ele tem parentes
em Rio Verde e também em Caiapônia, tornando difícil sua prisão, por mudar de
cidade constantemente.
“Quando ele percebe que está perto de ser preso ele foge
para casa de parentes”. Disse o delegado.
Wosziel também não tem residência fixa e pratica crimes em
Rio Verde e Goiânia, sempre fugindo de uma cidade para outra.
Ainda segundo o delegado, em um dos furtos supostamente
praticado por Gabriel, o proprietário de uma residência reagiu e para defender
seu patrimônio atirou várias vezes para o alto, impedindo que o assaltante
entrasse na casa. Ele foi à casa um dia antes e modificou o posicionamento das
câmeras de segurança para que o furto no qual pretendia praticar não fosse
filmado.
Os alvos dos assaltantes na maioria dos crimes eram residências
de alto padrão onde eles podiam encontrar objetos e equipamentos caros.
Nem mesmo os muros altos, cercas elétricas, portões
eletrônicos e sistema de monitoramento impediam a ação dos dois homens.
Em um dos vídeos gravados por câmeras de segurança mostra
Wosziel pulando o muro de uma residência e posteriormente deixando o local com
uma bolsa repleta de objetos. Os dois presos não agiam juntos e as
investigações são distintas.
Fonte: Assessoria de Imprensa/8ª DRP

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